Proteja seu celular da melhor forma

Nesse mundo que não pertence a mais ninguém, estava indo para o trabalho, fui vítima de um assalto no ponto de ônibus e tive meu celular roubado. A revolta tomou conta, mas não tinha o que fazer. Fui atrás de um novo aparelho, procurei em diversos fóruns e decidi comprar outro Iphone.

Meu trabalho é praticamente todo feito pelo celular, vivo mais na rua do que no escritório e meu contato direto com fornecedores e clientes é feito todo pelo whatsapp, ou seja, não posso jamais ter um celular que pense em travar. Se isso acontecer eu perco um dia de trabalho inteiro e isso é um terror no final do mês.

Optei pelo Iphone 6s, as condições não me permitiam comprar o 7 agora, por isso resolvi ir no 6 mesmo. Mas acho que não vou me arrepender, o meu era o Iphone SE, adorava ele e nunca me deixou na mão. Eu comprei na correria/ Sim, muito na correria, no mesmo dia para ser mais exata, mas se você tiver tempo de pesquisar preços e procurar sobre as características de outros aparelhos, faça isso. Pois tem muitos celulares bons, mais baratos e que vão te servir como uma luva.

Mas estou apaixonada por ele, confesso que celular novo para mim é tipo brinquedo novo para criança, fico igual uma bobona olhando cada detalhe, querendo organizar tudo. Por outro lado, com raiva porque eu não me programei para comprar um aparelho novo, fui obrigada a comprar por conta da falta de segurança que todos nós enfrentamos diariamente, o que é um tremendo absurdo. Conquistamos tudo com tanta dificuldade, para uma pessoa chegar do nada e sem dó nem piedade te tomar a força aquele bem que você conquistou. Difícil compreender.

Adesivos para celular

Celular comprado, trabalho restabelecido, tudo quase em ordem, até porque sou muito desastrada, além do meu tempo corrido ao extremo e preciso de proteção para tudo que tem direito. Meu notebook é protegido, meu vídeo game tem proteção, e o meu celular não pode ficar sem nada.

Gente, vocês não têm noção do quanto eu odeio capinhas de celular, mas usava, pois era mais que necessário para mim, mas só por pura preocupação de quebrar mesmo, porque fora isso, eu descartaria esse acessório de boa.

Trabalho com um amigo que é super conectado nessas paradas novas e inovadoras, ou seja, fico sempre sabendo de novos produtos por ele. Ele me apareceu na agência com um revestimento de madeira no celular dele, não sabia bem o que era, e aí a curiosa foi lá perguntar, o objeto era uma skin Adesivos para celular, achei linda, disse: ok, mas o que isso quer dizer? Então, isso acabou substituindo a capinha do aparelho (seria meu sonho?) e protegia o celular também.

Na hora eu pedi informações sobre onde vendia e comprei 3 de cara. Tinham diversos modelos no site, muitas cores e você também podia pedir personalizado, o que não optei por isso, gosto de coisas mais básicas. Comprei uma skin toda preta, ma de madeira e uma vermelha e preta.

Fui caçar como eu iria aplicar isso, já pensando na possibilidade de pedir para ele colocar, pois tenho jeito zero para essas coisas, nunca me dou bem. Mas tentei, olhei algumas coisas na internet e descobri alguns pontos interessantes: essa skin é feita de fibra de carbono, o que isso quer dizer? Eu também não sabia, mas vi num site da internet a seguinte explicação: “A principal matéria-prima das fibras de carbono é o polímero de poliacrilonitrila — obtido a partir da polimerização de uma variação do acrílico. A vantagem dessa fonte é a alta concentração de carbono, uma vez que mais de 90% dos átomos no material são justamente disso. Durante a produção, o polímero é esticado e se torna paralelo ao eixo das fibras, formando uma liga bem rígida e resistente”, isso comprova que irá proteger seu aparelho de tombos e arranhões. O que é perfeito na minha opinião.

Para fazer a colagem, foi super fácil, desde o momento que se você errar, você pode retirar o adesivo e ajeitar, pois não fica cola no seu aparelho e nem estraga o adesivo. Isso me fez tomar coragem e arriscar a colocar, a primeira tentativa foi um pouco ruim, mas depois consegui colocar direitinho, até porque não é difícil, acredite: para eu estar falando isso, realmente não é.

O melhor é que se você enjoar pode trocar tranquilamente por outra fita ou até mesmo por capinhas, já que não fica a cola no aparelho. O celular não fica mais grosso, evitando que tenha uma pegada ruim. Esse site que comprei trabalha com as marcas: Apple, Samsung, Motorola, LG, Asus e outras, o link está no sexto parágrafo do texto, vale conferir. O valor é ótimo também, custa a partir de R$ 9,99, muito mais barato que capa, ainda tem esse benefício.

Estou super aprovando o produto, já indiquei para vários amigos e alguns já fizeram o pedido, estão esperando chegar e aí ficarei sabendo da opinião de cada um. Mas alguns já viram no meu aparelho e gostaram. A forma de pagamento é muito tranquila, se você não resistir e quiser comprar várias skins para o seu celular, o site aceita pagamento no cartão de crédito e, se eu não me engano, parcelam a compra (não tenho certeza porque não paguei no cartão de crédito), além disso o pagamento pode ser feito por boleto bancário ou transferência bancária, algo que eu nunca vi por aí em site algum, e eu compro muita coisa pela internet, mas adorei a novidade, pois acho muito mais fácil e rápido.

Entra lá no site e dê uma olhada, você vai se apaixonar e vai querer levar vários, já favoritei no meu computador algumas cores que eu não comprei nessa leva, mas que com toda certeza comprarei na próxima. Utilidade e preço bom é sempre bom de se compartilhar com as pessoas.

Pneus Pirelli – conheça mais sobre essa marca

Quando pensamos ou falamos em pneus não é difícil não lembrar da marca Pirelli, pois são uma marca utilizada não só em carros de passeio, mas até para os suvs e os esportivos a Pirelli tem o modelo ideal de pneu para você.

A marca vem trazendo a cada ano mais novidades em suas peças com novas tecnologias, fazendo com que o seu pneu dure mais, seja mais seguro, faça menos barulho e além de tudo isso seja mais ecológico.

São considerados os mais vendidos os seguintes modelos:

O pneu Cinturato P1, ele tem uma performance incrível em piso seco, mas também no molhado, sendo assim uma ótima compra para o seu veículo se estiver visando além do conforto a durabilidade. São aprovados e utilizados por marcas famosas no mercado como a BMW, MINI e Volkswagem.

O Cinturato P1 PLUS oferece uma tecnologia green que conta com a performance impecável com menores impactos ao meio ambiente, ao mesmo tempo que oferece mais durabilidade, que os outros.

Com uma frenagem no molhado excepcional garante que você consiga mais segurança em dias de chuva, sem esquecer da esportividade oferecida e a estabilidade. Podemos destacar também a precisão em manobras com um menor nível de ruído.

Pneus Pirelli

 

Toda a linha Cinturato tem o foco também na economia de combustível e uma menor resistência a rodagem.

Os Pneus pirelli P7 oferece uma ótima dirigibilidade tanto no piso seco quanto no molhado, uma resposta sem igual nas mudanças de direção e tudo isso em razão da sua banda de rodagem assimétrica.

Em situações de aquaplanagem os quatro grandes sulcos longitudinais existentes no P7 melhoram a segurança.

Já o Cinturato P7 é o pneu com mais performance e tanto para carros de média a alta potência, combinando um conforto acústico com uma baixa resistência ao rolamento fazendo com que economize combustível e o pneu dure mais tempo sem esquecer do poder em frenagem e a alta dirigibilidade

Visando um maior conforto e menos stress ao motorista, a banda de rodagem foi projetada com sequencia especifica de nível, com isso sua viagem será menos desgastante.

Aprovados por marcar como Jaguar, Mercedes Benz, Audi e Volvo.

Como usar ERP Cloud

Para quem não conhece, O ERP é uma opção eficiente e flexível para as empresas de pequeno, médio e grande porte, oferecendo benefícios para o crescimento e expansão do seu negócio. Sendo mais claro: o software permite que você possa acompanhar de perto cada setor da sua empresa integrado num programa só.

 

Esse software armazena todo tipo de informação, gerando relatórios detalhados sempre que solicitado. O objetivo é organizar a empresa, criando arquivos sobre os seus clientes, seus gastos, impostos, taxas, enfim… todas as informações que estão dentro do seu negócio. A sua importância pode ser resumida ao destacar seu potencial de responder a perguntas, como por exemplo: quem são os meus clientes mais fiéis?

ERP

São diversas as vantagens de ter um software de gestão empresarial na sua empresa, como reestruturação e organização, planejamento mais dinâmico, informações financeiras e etc. Agora pense que você pode ter tudo isso 100% online. Não é preciso investir em hardware e nem instalar softwares. Em um link você acessa a gestão do seu negócio.

 

É para isso que funciona o ERP Cloud. Essa ferramenta se molda a sua empresa e permite acesso online a informações em qualquer hora, dispositivo e em qualquer lugar (basta ter uma conexão), acelerando processos e melhorando a tomada de decisão.

 

No site da Beta Labs, eles mostram detalhadamente como funciona esse processo. Além de todas essas funcionalidades, você pode contar com todo o suporte necessário, antes, durante e depois da implantação do sistema. Isso é muito importante também! Eles desenvolvem o sistema para se ajustar da melhor maneira possível a realidade do seu negócio.

 

Depois de conhecer todas essas vantagens, já está na hora de testar essa ferramenta, né? Aproveite e entre no site da Beta Labs para conferir todas as informações que você precisa. Tire todas suas duvidas entrando em contato com a empresa! A Beta Labs é referência no desenvolvimento deste tipo de software.

 

Pale Rays of Light

Haraldur Jónsson. From the series “Arctic Fruits”, 1999-2001, photograph.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pale Rays of Light

JÓN PROPPÉ

It’s that time of year again: The darkest days when the sun – if seen at all – barely manages to peek up over the southern horizon to send a few, pale rays of light down on Iceland. Yet this is, traditionally and always, a time of celebration for now the days will start to grow longer, each one a little lighter than the one before, until we can bask in the midnight sun again. Whether this holds as an analogy for the tough times we are experiencing economically remains to be seen but Icelanders are not easily discouraged and we continue to hope for the best.

The coming year will certainly be difficult with cultural institutions taking new budget cuts on top of the ones already imposed last year. Exhibitions and international projects will have to be scaled down and fewer catalogues will be published. On the bright side, though, artist stipends will continue as before and while Icelandic institutions will not have much money to initiate international projects, the favourable exchange rate will make it easier for institutions and individuals from abroad to bring their projects to Iceland.

Yet, even though things might have slowed a bit here at home, Icelandic artists continue their activities abroad, with exhibition projects and performances. In the beginning of the new year we will also be able to cheer Kristján Guðmundsson as the Carnegie Art Award exhibition comes to Iceland – Kristján won first prize. Furthermore, an international conference is planned for the spring to discuss language and art, particularly the issue of how linguistic boundaries affect local production and reception of art. More such projects are planned for the near future and there is strong interest in continuing to strengthen and expand the art scene, despite all difficulties. List – Icelandic Art News – will certainly continue in the new year and we will keep reporting on new developments and projects.


List: Icelandic Art News is published by the Center for Icelandic Art, a cooperative project of Iceland’s museums and artists’ organisations. List is edited by Christian Schoen and Jón Proppé. If you wish not to receive announcements of our new issues – or you want to contact us for any other reason – please send a mail to list@cia.is.

A Year into the Crisis

Ásmundur Ásmundsson, “Into the Firmament”, Installation right before the performance at Momentum Festival, Gallery F15. Photo: LIST

Editorial

A Year into the Crisis

JÓN PROPPÉ

It is now almost a year since Iceland‘s banking system suddenly collapsed and the nation entered a period of economic turmoil not matched since the great depression of the late 1920s. There is no end in sight and despite some hopeful words from leading politicians, most people here in Iceland believe it will take us a while yet to dig ourselves out of the hole. As many had warned, experts and amateurs alike, the incredible economic growth and wealth formation of the last decade proved to be a bubble and it may even turn out that some of the financiers and businessmen were less than honest in their dealings: A special prosecutor’s office has been set up to deal with suspicions of fraud and the now nationalised banks have taken over a large proportion of the country’s biggest companies. These are strange times indeed.

As the situation continues with little change, the effects are felt more and more clearly in everyday life. Icelanders are used to having full employment but now almost one in ten is unemployed or underemployed. A year ago the public debt was negligible; now the government owes more than the entire gross national product. Prices have gone up as a result of the near-collapse of the currency and wages are being cut. Government expenditure, in particular is being drastically reduced and cultural institutions feel the crunch keenly as private sector sponsorship has also evaporated. In the visual arts, museum have had to cut back, cancelling or rescheduling some of the costlier exhibitions planned. The just-opened exhibition by Yositomo Nara in the Reykjavík Art Museum is a welcome exception.

There are cutbacks everywhere. A promising private venue, 101 Project managed by Birta Guðjónsdóttir, closed down. Lesbókin, Iceland’s oldest printed cultural supplement, stopped publication for the summer but has now resumed, though cultural coverage is cut down there as in all the mass media. The Icelandic Visual Arts Awards, run by the town of Akureyri with support from two government ministries, have been cancelled.

Yet, even with all the cuts and losses, there is a lot of art around. One of the most active groups continues to be the artists who run Kling & Bang on a non-profit basis: In addition to mounting ambitious exhibitions in their Reykjavík gallery they participate in international shows. The last few months have seen them in New York, Hamburg and Copenhagen – we have news and images in this issue. Ragnar Kjartansson’s exhibition in the Venice Biennale is attracting attention and 30 000 visitors have come in the first three months to see him painting; by the end of the event he will have been at it for six months running.

All this proves that however the stock market may convulse and the banks teeter, the real capital remains as always the creativity and energy of the people themselves.


List: Icelandic Art News is published by the Center for Icelandic Art, a cooperative project of Iceland’s museums and artists’ organisations. List is edited by Christian Schoen and Jón Proppé. If you wish not to receive announcements of our new issues – or you want to contact us for any other reason – please send a mail to list@cia.is.